Técnicas Verticais
Oct 21

Sobre Técnicas Verticais

Por José Ricardo Auricchio

As Técnicas Verticais são atividades muito utilizadas por espeleólogos para explorar abismos ou por biólogos para fazer coleta de amostras de sementes, folhagens, observação de animais e outros. Atividade que já se tornou muito conhecida no ramo de turismo de aventura como atividade recreativa e muito emocionante.É o conjunto de técnicas de subidas, descidas e movimentação em desníveis verticais usando os mesmos equipamentos de segurança dos alpinistas, como cordas, fitas, mosquetões, cadeirinha e outros acessórios específicos. É utilizada na prestação de serviços em altura, resgate em ambientes verticais, ou pelo simples prazer de descer uma parede, uma ponte ou uma cachoeira no denominado canyonismo ou cascading. Sozinhas, as técnicas verticais com rapel não são consideradas um esporte, mas sim uma técnica que pode compreender alguns esportes de aventura, como a escalada, no qual o escalador vai ter que ter domínio delas para auxiliar na subida e descida, no canyonismo, onde seguindo o percurso do rio no sentido da correnteza, a pessoa vai ter que transpor obstáculos naturais como cachoeiras, e em espeleologia (exploração e estudo de cavernas) onde podem existir trechos com abismos, clarabóias, dolinas, entre outros obstáculos naturais a serem transpostos.

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Oct 21

Lesoes no Rappel

Lesões na pratica do Rappel são extremamente raras, principalmente nas operadoras que prezam pela segurança.

Teoricamente, uma ruptura de uma corda expõe a pessoa às lesões típicas da queda livre, enquadradas na categoria "politrauma", ou seja, lesões a múltiplos orgãos de maneira concomitante, com grande chance de fatalidade. Quedas de alturas no Rappel não são comuns por ruptura da corda, mas sim por turistas que chegam muito proximos a pedras lisas antes da descida, desobedecendo as regras básicas de segurança.

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Oct 21

Escalada e Cobras

Por Eduardo Gualberto

Recebi um e-mail do Alê Silva há uma semana com o seguinte comentário: “Edu, quase sentei numa cobra!” Antes que eu tivesse tempo de pensar em tudo o que esta frase pudesse querer dizer, olhei para a foto anexada e lá estava ela, uma urutu-cruzeiro adulta junto da corda de escalada!

O fato ocorreu na Pedra do Bauzinho, junto à saída da via Selivié, no mesmo dia que o Reinaldinho machucou o pé em uma queda na via Chove-não-molha. Escaladores estão constantemente expostos a encontros com animais peçonhentos, não só nas aproximações como na própria escalada. Abelhas, marimbondos, taturanas, aranhas, escorpiões e cobras são os animais que podem causar mais problemas. Como o assunto é extenso, vamos hoje falar sobre as serpentes venenosas e o que os escaladores devem saber sobre elas.

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