Montanhismo
Oct 23

Sobre o Montanhismo

A história do montanhismo no Brasil
por Carol dEssen

Saiba como surgiu a prática do montanhismo no país

As primeiras ascensões às nossas culminâncias certamente ocorreram durante o período das explorações territoriais empreendidas pelos bandeirantes, cujo começo se deu no século 17. Entretanto, foi somente no século 19 que se iniciaram os primeiros registros de subidas em montanhas. Tais empreendimentos eram motivados por interesses vários, entre eles o pioneirismo, a pesquisa e os levantamentos topográficos. Na primeira metade do século 19 já se registravam subidas à Pedra da Gávea e às elevações da Serra da Carioca e Maciço da Tijuca, realizadas principalmente por ruralistas do ciclo do café.

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Oct 23

Lesões no Montanhismo

Saiba mais sobre as Lesões ortopédicas que ocorrem com escaladores e montanhistas e previna-se.

Mãos e punhos

Técnicas de escalada empregadas no Montanhismo exigem integridade dos tendões flexores das pequenas articulações interfalangeanas,metacarpofalaneganas e ligamentos das mãos para suportar forças tênseis. Havendo desequilíbrio pondo-estatural, lesões a estas estruturas são inevitáveis. Podem haver rupturas tendíneas e ligamentares, além da inflamação articular por esforço repetitivo, a sinovite.

Uma estrutura nobre localizada como uma almofada na base das articulações interfalangeanas lesada nesta modalidade é a placa volar. Sua lesão pode levar a dores, instbilidade e crepitações.

A compressão cíclica e mantida dos dedos, ao agarrar rochas pode levar a uma proliferação celular fibrosa nos dedos e compressão dos nervos digitais,as neurites com perda de sensibilidade e anestesia.

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Oct 22

Frostbites - lesões de congelamento induzidas pelo frio

ASPECTOS CLÍNICOS

A geladura é uma lesão localizada que ocorre devido a ação direta do frio, por exposição de pequena ou grande duração a uma temperatura abaixo de 0ºC. Elas são habitualmente classificadas em três (ou quatro ) estágios de gravidade de acordo com o aspecto clínico e a evolução.

O primeiro grau é caracterizado por uma palidez ou uma cianose transitória seguido de um eritema no momento do reaquecimento, uma diminuição da sensibilidade e uma cura em alguns dias. O segundo grau superficial é marcado pelo aparecimento de flictenas claras nas primeiras 12h; a evolução resta a mesma,os problemas sensitivos podem persistir por mais tempo. O segundo grau profundo é caracterizado por um anestesia completa, flictenas séro-hemáticas e um edema importante em montante. Quando estas geladuras fundas evoluem para a necrose e posterior amputação, falamos que esta é de terceiro grau.

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